Dor Crônica

Abordagem clínica integrada para dor persistente.

Terapia manual, quiropraxia e exercícios prescritos combinados com educação em dor — conduzidos por profissional com pós-graduação específica em Dor.

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O que é

Definição clínica

Dor crônica é definida como dor persistente por mais de 3 meses. Envolve mecanismos neuroplásticos que ultrapassam a lesão inicial e exige abordagem integrada — terapia manual, exercícios, educação em dor e, quando necessário, manejo interdisciplinar.

Para quem é

Indicações

  • Dor lombar crônica ou recorrente
  • Cervicalgia e cefaleias tensionais
  • Dores articulares persistentes
  • Fibromialgia e síndromes dolorosas
  • Dor pós-cirúrgica prolongada
  • Pacientes em uso crônico de anti-inflamatórios
Benefícios

O que muda no seu corpo.

01

Redução consistente de dor com efeito acumulativo ao longo do plano de tratamento.

02

Diminuição da dependência de anti-inflamatórios e analgésicos.

03

Retorno gradual à atividade física e melhora de qualidade de vida.

Como funciona

O protocolo.

Etapa 01

Avaliação clínica ampla

Anamnese detalhada de história dolorosa, exames complementares, mapeamento de gatilhos e comorbidades.

Etapa 02

Terapia manual

Liberação miofascial, mobilização e ajustes vertebrais específicos para reduzir input nociceptivo periférico.

Etapa 03

Exercícios prescritos

Programa progressivo de mobilidade, fortalecimento e reeducação motora integrado ao dia-a-dia.

Etapa 04

Educação em dor

Compreensão dos mecanismos da dor crônica reduz medo-evitação e melhora resposta ao tratamento (evidência de alta qualidade).

Evidências científicas

Diretrizes internacionais alinhadas.

The Lancet Low Back Pain Series (Foster et al., 2018) posiciona terapia manual e exercícios como primeira linha para dor lombar crônica. Revisão Cochrane (2019) confirma benefício da manipulação vertebral. Educação em dor tem evidência robusta na redução de catastrofização e melhora funcional (Louw et al., 2016).

  • Foster NE et al. Prevention and treatment of low back pain. Lancet. 2018;391(10137):2368–2383.
  • Louw A et al. The efficacy of pain neuroscience education on musculoskeletal pain. Physiother Theory Pract. 2016;32(5):332–355.
FAQ

Perguntas frequentes sobre esta abordagem

O que é considerada dor crônica?

Dor persistente por mais de 3 meses, mesmo após a resolução do estímulo inicial. Envolve alterações neuroplásticas centrais e periféricas que exigem abordagem clínica integrada.

Fisioterapia resolve dor crônica?

Diretrizes internacionais (Lancet 2018) posicionam terapia manual e exercícios prescritos como primeira linha para dor musculoesquelética crônica, com maior efeito quando integrados a educação em dor.

Preciso tomar remédio para sempre?

Não. O objetivo é reduzir progressivamente a dependência medicamentosa através de terapia manual, exercícios e reeducação motora. Cada plano é individualizado.

Quanto tempo até melhorar?

Quadros crônicos exigem consistência: melhora perceptível costuma ocorrer entre 4–8 semanas, com evolução sustentada ao longo de meses. Reavaliação periódica orienta ajustes.

Vale a pena começar mesmo com dor há anos?

Sim. Evidência mostra que mesmo dores de longa duração respondem a protocolos integrados. Não existe janela de exclusão — existe janela de oportunidade.

Pronto para uma avaliação precisa?

Atendimento individual na Av. Paulista, São Paulo — com plano de tratamento desenhado sob medida.

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